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30/12/09

Libreria Beta - Sevilla



Já há uns anos que não dava um salto a Sevilha, a minha cidade preferida na Península Ibérica, depois de Lisboa, claro. Passei lá duas noites e três dias, como agora se diz. Nunca parou de chover, a não ser hoje quando saí. Os espanhóis convenceram-me definitivamente. Faça chuva ou sol, frio ou calor, as ruas estão cheias de gente, bem como os bares e restaurantes. Há uma grande alegria em viver e um prazer enorme em ser espanhol (eu sei que noutros lados dispensam esta última parte).

Aproveitando a desculpa das chuvas, às vezes bem intensas, lá me meti pelas livrarias dentro. Descobri esta, Libreria Beta. Onde? Num antigo teatro. As fotos (retiradas da Internet) mostram o palco (ao fundo, estão os clássicos da literatura greco-latina, espanhola e universal). Na outra foto vê-se a antiga plateia (do lado esquerdo estão as estantes dedicadas à filosofia, bem recheadas de livros, quase sempre traduções em castelhano). Avista-se também o balcão, todo ele dedicado aos livros de bolso, onde encontramos quase de tudo a preços bem suportáveis. Apesar da Libreria Beta pertencer à maior cadeia de livrarias de Sevilha (existindo também noutras cidades), recomenda-se esta na Calle Sierpes, 25. Um espaço muito agradável e onde se pode respirar.

31/03/07

Restolho


22/03/07

Caminhos da Floresta


Holz [madeira, lenha] é um nome antigo para Wald [floresta]. Na floresta [Holz] há caminhos que, o mais da vezes sinuosos, terminam perdendo-se, subitamente, no não-trilhado.
Chamam-se caminhos da floresta [Holzwege].
Cada um segue separado, mas na mesma floresta [Wald]. Parece, muitas vezes, que um é igual ao outro. Porém, apenas parece ser assim.
Lenhadores e guarda-florestais conhecem os caminhos. Sabem o que significa estar metido num caminho de floresta. [Heidegger, Caminhos da Floresta]