Mostrar mensagens com a etiqueta Máximas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Máximas. Mostrar todas as mensagens
09/10/08
11/09/08
Ser professor

Ser professor, hoje em dia, não é uma profissão nem a realização de uma vocação, mas apenas um acto de penitência.
Postado por
Jorge Carreira Maia
à(s)
08:48
1 comentários
15/07/08
Da importância da perspectiva
Postado por
Jorge Carreira Maia
à(s)
14:52
0
comentários
Marcadores: Máximas
10/03/08
27/02/08
27/10/07
Ruínas e declínio
O mundo não está em ruínas, nem os tempos são de declínio. O mundo nunca deixou de ser uma imensa ruína e o tempo que outra coisa faz se não declinar?
Postado por
Jorge Carreira Maia
à(s)
07:59
1 comentários
Marcadores: Máximas
25/10/07
O cansaço dos outros
- E se o eu apenas for o espaço vazio onde uma comédia se representa?
- A morte não será mais do que o sintoma do cansaço dos espectadores.
Postado por
Jorge Carreira Maia
à(s)
18:53
0
comentários
Marcadores: Máximas
06/10/07
05/10/07
Aliviar-se
Estou voltado para o sarcasmo. Não é inventivo nem resolve seja o que for, mas alivia a bílis. Não há nada como uma pessoa aliviar-se.
Postado por
Jorge Carreira Maia
à(s)
15:37
0
comentários
Marcadores: Máximas
22/09/07
12/09/07
A morte colectiva II
Na contabilidade da nossa percepção sensível um não deixa de ser um simples um. Horrível seria nomear cada um dos seis milhões de judeus sacrificados por Hitler, por exemplo.
Postado por
Jorge Carreira Maia
à(s)
19:34
0
comentários
07/09/07
Os destemperos do tempo
Está calor, um calor pegajoso, um prenúncio de inferno. Sentir de forma tão viva os destemperos do tempo é sinal da velhice que assim se anuncia.
Postado por
Jorge Carreira Maia
à(s)
19:43
0
comentários
01/08/07
28/07/07
25/07/07
Subscrever:
Mensagens (Atom)
















