Edouard Manet, La Maison de Rueil (1882)
sonhava a casa como um navio
balançando em alto-mar
e nela o lume cantava
como ondas
sob a luz do temporal
das janelas vêm suspiros
o amor furtivo anuncia o dia
entre lençóis de linho
e a dor que se desprende
de uma ave ao cantar
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Leveza, doçura, bucolismo...quase um madrigal!
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