17/11/09
16/11/09
Impressões - XLIII
ou dar a face para receber o açoite
guarda a faca no bolso da madrugada
e caminha para onde nasce o poente
não haverá um barco que te leve para longe
ou uma silhueta que te anuncie o fim
de margem em margem deixa a prisão
que teceste no linho que há em ti
muralhas de palavras no rumor da noite
escurecem-te a cegueira que nasce de mim
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Camané - Estranha Forma de Vida
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Chemins qui ne mènent nulle part
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Sinal de contradição
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15/11/09
Impressões - XLII
por lá passas cantando
à espera de um grito de uma nuvem
de um pássaro a ferir o olhar
não sou o meu corpo disseste
a sombra crescia pela encosta
e anunciava a cidade sitiada
onde haveria de te tomar
e cativa levar-te para a noite
duma praia sem areia nem mar
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Origem do mundo
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A tortura mais insuportável
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Masturbação política
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14/11/09
Impressões - XLI
sem que vejam em ti um nome
ou uma estrela assinale a fronte
um pudor de árvores turva o chão
que pisas ao fugir do suplício da noite
as uvas amadureceram no fim do estio
e os cachos caem melancólicos dos braços
onde tristes a vinha os depôs
para que fossem sombra de vida
o vinho no copo que ergues na mão
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Serviço militar obrigatório
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Logo à noite, Ana Moura
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13/11/09
Impressões - XL
onde passas se te dói a cabeça
ou os dias de novembro
se tornam exíguos para a ânsia
que há na luz com que me chamas
tantos os deuses ali mortos
vinham pela aurora e olhavam o rio
e em silêncio viam passar homens
a escura floresta chamava-os
e eles adormeciam nas tarde cálidas
para não mais semearem
em ti o odor fresco da terra
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Luís Campos e Cunha - O horror à decência
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Icebergs à deriva
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Um record difícil de bater
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Jornal Torrejano, 13 de Novembro de 2009
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12/11/09
Impressões - XXXIX
o esboço de um jardim de verão
a esperança do amor
nas tardes em quo o frio nos trai
ergo a taça e brindo
a todos os invernos que me nascem
dentro do saco de lona
a que por hábito chamo alma
e sento-me no sossego da margem
à espera que o rio passe
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Ministra da Educação
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Leituras
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