28/10/09
Ratzinger, o estranho inquisidor
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São Medeiros Ferreira
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Discriminação
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Novíssimos escravos
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27/10/09
Impressões - XXIII
a planta que faltava no herbário
um risco de tinta na penumbra da água
é agora um incêndio de azul
entre ervas esquecidas no matagal
virgem deixa que olhos forasteiros pairem
sobre o pudor da corola
para se esconder no assédio da noite
entre limos e folhas a apodrecer
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Uma viagem no Barroco - 15 Giovanni Legrenzi - O Dilectissime Jesu Per Il Santissimo, Op 17 (1626-1690)
Giovanni Legrenzi (baptized August 12, 1626 – May 27, 1690) was an Italian composer of opera, vocal and instrumental music, and organist, of the Baroque era. He was one of the most prominent composers in Venice in the late 17th century, and extremely influential on the development of late Baroque idioms across northern Italy.
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Da imutabilidade das coisas
Imagem do Ares da Minha Graça.
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26/10/09
Impressões - XXII
o calor do dia na bagagem
e um sonho de água no coração
iam perseguidos pelos céus
povo abandonado
à deriva no deserto
chamando pelo deus
calando-se no silêncio da resposta
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Uma viagem no Barroco - 14 Philipp Heinrich Erlebach - Himmel, du weißt meine Plagen (1657-1714)
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Benfica 6 - Nacional 1
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Cláudio Magris - O rio e a História
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25/10/09
Impressões - XXI
ardia o vento na coroa da tarde
mão presa na mão
sem pressa de liberdade
sem angústia por tal prisão
como folhas
os dedos tremiam
a humidade os acolhia
os campos podiam ceder
à luz da eternidade
as cidades arder
ao compasso da pulsação
mas o vento haveria de atear
o sangue que corria
do teu para o meu coração
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Uma viagem no Barroco - 13 Franz Tunder - O Jesu dulcissime (1614 - 1667)
Franz Tunder (1614 – November 5, 1667) was a German composer and organist of the early to middle Baroque era. He was an important link between the early German Baroque style which was based on Venetian models, and the later Baroque style which culminated in the music of J.S. Bach; in addition he was formative in the development of the chorale cantata. Along with Heinrich Scheidemann and Matthias Weckmann, Tunder was one of the most important members of the North German organ school; however, few of his works are preserved. His surviving output suggests a marked preference for the chorale fantasia style, though he is also known for chorale versets, such as his setting of Jesus Christus unser Heiland, notable in particular for the opening pedal flourish (probably the earliest surviving example of an opening pedal solo in an organ work), a technique that was to be more fully exploited by Dietrich Buxtehude.
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Gatos e vírus
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Um padre explosivo
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24/10/09
Impressões - XX
nem animais embalsamados há
nesta paisagem tragada pelo ocre
se uma súbita voragem abria o coração
à lonjura do horizonte
os olhos perdiam-se no segredo
daquilo que lhes está mais próximo
não vale a pena trazer na face
o símbolo do infinito
as mãos pedem o limite de um corpo
a avara certeza da carne
mesmo morta
mesmo embalsamada
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O caso Freeport e o fim do romancista
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23/10/09
Impressões - XIX
queria para aquela deserto fugir
trocar o cheiro das frésias
pelo ardor do cardo
e esperar que um deus viesse
no naufrágio da tarde
mas a cidade tinha uma mão de aço
e um ogre em de cada porta
prendia o fugitivo na luz
das praças com que sonhara
na longínqua infância
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Jornal Torrejano, 23 de Outubro de 2009
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Italo Calvino - Os clássicos e a actualidade
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A diferença
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Marcadores: Política
22/10/09
Benfica e Governo, num só dia
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21/10/09
Impressões - XVIII
nada se prende ao olhar
ali nesse lugar tragado pela cor
sítio desmemoriado que arde
no lume do amanhecer
o desejo mais delicado
seria ainda um excesso
apenas o sopro do ar
basta para rasgar o coração
e semear de vísceras os campos
onde involuntário
pastoreio a minha solidão
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O que se esconde no desemprego
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Isabel Alçada, com papas e bolos...
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Senhor do destino
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Marcadores: Ocasionália
20/10/09
Impressões - XVII
de súbito entardeceu
ou talvez o sol se tivesse cansado
ou os meus olhos só vejam sombras
na vastidão da estrada
nada naquelas casas anuncia um futuro
apenas a erva rasa desenha
a luz que descobre
na escura mancha da tarde
um vestígio de humanidade
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Não esquecer
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Cláudio Magris - O rio e a identidade
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Marcadores: Literatura
19/10/09
Impressões - XVI
sonhava a casa como um navio
balançando em alto-mar
e nela o lume cantava
como ondas
sob a luz do temporal
das janelas vêm suspiros
o amor furtivo anuncia o dia
entre lençóis de linho
e a dor que se desprende
de uma ave ao cantar
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Convicções
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Marcadores: Cadernos do Esquecimento
Leituras superficiais
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Marcadores: Religião
Será a sorte grande?
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Marcadores: Futebol
18/10/09
Impressões - XV
o passado é sempre tão perfeito
traz uma luz consumada
e em cada figura repousa
um lastro de tempo
entre erva queimada
mas não há sombra nem água
ou vida desmedida
apenas o sussurro de algum fantasma
nos desperta para aquilo
que já foi vida
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Coimbra fantasmática
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Marcadores: Heimat
O exercício da banalidade
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Marcadores: Religião
O gosto pelas metáforas mortas
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Marcadores: Política
16/10/09
Impressões - XIV
quando o dia chegava
o ar marítimo trazia as últimas névoas
para envolver de segredos
casas, caminhos e animais
assim os furtava
aos veraneantes ocasionais
que trazem em cada algibeira
o cansaço com que infestam
o desamparado tempo
pela terra inteira
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Sem retorno
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O problema
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Marcadores: Economia
Jornal Torrejano, 18 de Setembro de 2009
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Marcadores: Jornal Torrejano
15/10/09
Impressões - XIII
a caligrafia desenhada pelos barcos
sobre o rumor das águas
anuncia o perfume de certas mulheres
ao saírem de casa nas tardes
em que as paisagens se cobrem de invernos
não basta a lucidez nem o apuro dos sentidos
para o reconhecer
é preciso saber acender o lume
e esperar que o véu da paixão
caia irremediável sobre o anoitecer
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Contar com o ovo...
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Que maçada
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14/10/09
Impressões - XII
a quieta cor do dia
desenha uma súbita jura de água
e aí ficamos presos
a sonhar gôndolas
naquelas terras onde as não há
nas paredes a caliça anuncia
o charco do futuro
e em cada janela avista-se
a promessa oculta
de um inútil homicídio
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Veremos
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Marcadores: Futebol
O futuro pesa
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A essência da história
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13/10/09
Era inevitável
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Marcadores: Política
Impressões - XI
aceitamos o tempo como oferenda
e não vemos a garra erguida
na água que corre
nem sabemos a cor que terá
ao perder-se no estuário
às vezes tomamos uma ponte
e pensamos que nos furtámos
ao fascínio do rio
mas as margens não são habitação
e logo nos devolvem à viagem
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