22/01/09
Uma questão de legitimidade
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Marcadores: Política
O dia de hoje
Abel Manta - Apolo e as Musas (1934)
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Marcadores: Ocasionália
21/01/09
O tempo da responsabilidade
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20/01/09
Atahualpa Yupanqui - Duerme negrito
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Marcadores: Música
Emblemas e questões críticas
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Progresso moral da humanidade?
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19/01/09
Um mau sinal
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Biber - Sonata 6 from Mystery Sonatas
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Marcadores: Música
Entrevista a Alice Vieira
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18/01/09
Harrison Birtwistle : Tragœdia
Graças à Ivone (Ponteiros Parados), tive acesso à trilogia de Ésquilo, Oresteia. Para lá da excelência teatral encarnada na Oresteia Company, dirigida por Peter Hall, descobri a música de Harrison Birtwistle, um compositor contemporâneo que não conhecia. Mais um motivo de gratidão para com a Ivone Mendes.
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Marcadores: Música
O problema das luvas
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17/01/09
A derrota de Platão
Acabou-se! Eis a vantagem da democracia: a limitação de mandatos. Foram oito anos de difícil aprendizagem para o mundo, foram oito anos de equívocos, foram oito anos de oportunidades perdidas, foram oito anos em que o Ocidente se tornou mais fraco. Bush, porventura, nunca perceberá que é um derrotado, apesar das vitórias eleitorais. Há, nesta passagem de Bush pelo poder, outros derrotados: os intelectuais. Rir-se-á o leitor. Como é possível ver na presidência deste Bush uma derrota dos intelectuais? Logo deste que parece não ter uma ideia na cabeça. O problema está aí. Por não as ter, teve necessidade de se rodear de uma elite de intelectuais neo-conservadores. Estes trouxeram todo o esquematismo do pensamento para o domínio da acção política. Os resultados estão à vista. A presidência de Bush é mais uma prova contra o meu filósofo preferido, Platão. Sempre que os intelectuais tentam trazer o mundo das ideias à terra (ó como Marx também sonhou com isso...), o desastre é certo. Não há bandeira ou comoção que nos salve.
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Votar nos socialistas?
Consta que o futuro programa do PS inclui um referendo sobre a regionalização. Eis mais um bom motivo para não votar nos socialistas. Como tenho dito, em abstracto, a regionalização até é uma ideia interessante. Mas no contexto actual é mais do que um erro colossal, é um atentado contra a unidade nacional. Quais são os traços essenciais desse contexto: 1. a retórica pós-moderna do fim do Estado-Nação e o esforço de inúmeros actores, falemos assim, para provarem que vivemos numa época pós-nacional; 2. a avidez dos comissários partidários de província, a necessidade de partilharem um pedaço significativo do bolo e de terem uma migalhas substanciais para distribuírem pelos vassalos; 3. o recente episódio do estatuto da região autónomo dos Açores; 4. os anseios, que começam a desenhar-se, de tornar Portugal num estado federado. Estas realidades bastam para pensar não duas vezes, mas vinte vezes antes de se votar na regionalização. A retórica denunciadora do centralismo lisboeta apenas encobre o desejo de pôr as garras em parte substancial do orçamento, para criar pequenos feudos onde suseranos de província ditem a pequena ordem que lhe aquece a alma e exalta os ânimos.
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16/01/09
Giovanni Palestrina - Missa Papae Marcelli - Gloria
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Marcadores: Música
Eça de Queiroz - Editorial do Distrito de Évora
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Marcadores: Sociedade
Jornal Torrejano, 16 de Janeiro de 2009
On-line está a edição desta semana do Jornal Torrejano. Na primeira página, destaque para a Comissão de Utentes do Médio Tejo e a sua acção relativa ao Centro Hospitalar. Referência também para a homenagem do Núcleo sportinguista local ao torrejano Ferreira Canais. Refira-se, ainda, a aposta da nova direcção dos Bombeiros na ampliação do quartel.
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Marcadores: Jornal Torrejano
15/01/09
Tarde em Itapuã - Vinicius de Moraes + Toquinho
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Marcadores: Música
Da razão e da adrenalina
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Slavoj Zizek: A filosofia moderna e a foda
- Descartes: «Fodo, logo existo», isto é, só na actividade sexual intensa sinto a plenitude do meu ser (a resposta «descentradora» de Lacan a isto teria sido: «Fodo onde não existo, e não existo onde fodo», ou seja, não sou eu quem fode, mas «isso fode» em mim);
- Espinosa: Dentro do Absoluto enquanto Foda (coitus sive natura), devemos distinguir, no mesmo sentido da distinção entre natura naturans e natura naturata, entre a penetração activa e o objecto fodido (há aqueles que fodem e os que são fodidos);
- Resposta kantiana a esta crise: «as condições da possibilidade de foder são ao mesmo tempo as condições da possibilidade dos objectos [da] foda»;
- Fichte radicaliza esta revolução kantiana: foder é uma actividade incondicional que se postula a si própria e que se divide em fodedor e objecto fodido, ou seja, é o próprio foder que pressupõe o seu objecto, o fodido;
- Hegel: «é crucial conceber o Foder não só como substância (o impulso substancial que nos subjuga), mas também como sujeito (como actividade reflexiva inserida no contexto do significado espiritual)»;
- Marx: devemos regressar ao foder real e rejeitar a filosofice masturbatória idealista, ou seja, nos termos literais em que o expressou na Ideologia Alemã, a vida real está para a filosofia, assim como o sexo real está para a masturbação;
- Nietzsche: a Vontade é, na sua expressão mais radical, a Vontade de Foder, que culmina no Eterno Retorno do «quero mais», de uma foda que prossegue indefinidamente
- Heidegger do mesmo modo que a essência da tecnologia não é nada «tecnológica», a essência de foder não tem nada a ver com a foda enquanto simples actividade ôntica; ou melhor, «a essência do foder é o foder da própria Essência», isto é, não somos apenas nós, humanos, que fodemos a nossa compreensão da Essência», é a Essência que já está em si mesma fodida (inconsistente, retraída, errante);
- e, finalmente, a intuição de como a própria Essência está fodida, leva-nos à expressão de Lacan «a relação sexual não existe». [Slavoj Zizek, Lacrimae Rerum, pgs 150-152, nt 108]
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Marcadores: Filosofia







