20/01/10
19/01/10
Cavaco e a fé na educação
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15/01/10
Afinal, a social-democracia...
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Marcadores: Política
Preparemo-nos para o pior que há-de vir
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13/01/10
A irmandade europeia
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Educação e a falácia de Vital Moreira
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Google vs China
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09/01/10
O professor como autoridade pública
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08/01/10
A democracia nas escolas
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Um dia de paz e amor
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07/01/10
Ainda o referendo sobre o casamento homossexual
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06/01/10
Volta a saga
Volta a saga da avaliação de professores. Consta que no ano passado 83% dos professores foram avaliados com Bom. Isabel Alçada considera que o número elevado de classificados com Bom explica-se com “a tradição da atribuição desta nota aos docentes por parte de quem avalia. Para além da clara falsidade desta afirmação (como salientou Mário Nogueira, os critérios eram absolutamente objectivos e não permitiam qualquer torção subjectiva fundada ou não na tradição), o que isto demonstra é outra coisa. A enorme dificuldade de encontrar um método fiável para avaliar a função docente. O que esta gente não entende, incluindo a senhora ministra (para que lhe servirá um curso de Filosofia?), é que há coisas dificilmente avaliáveis com fiabilidade por este tipo de métodos provenientes do mundo empresarial e da burocracia de Estado. Não é por acaso que muitos países educacionalmente desenvolvidos têm métodos de avaliação largos e que permitem ae todos os professores chegarem ao topo da carreira. Esta é pensada para isso mesmo. A grande questão da qualidade dos professores não está na avaliação do seu desempenho. Está na sua formação inicial e na selecção. Por exemplo, é isso que faz a Finlândia, que nem avalia formalmente os seus professores, mas selecciona-os rigorosamente. Toda esta conversa sobre avaliação é intelectualmente indecorosa. É uma falsificação da realidade. O Estado demitiu-se durante décadas de seleccionar rigorosamente quem punha nas escolas e, agora, não tem dinheiro para pagar aos professores e inventa este tipo de ficções. Esta história cansa e a sua única finalidade, contrariamente ao que se propaga, é evitar que cheguem novos bons professores e desmoralizar aqueles que existem. Isto, depois de ter corrido com muitos dos que havia.
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05/01/10
O referendo sobre o casamento homossexual
Assim como não estive de acordo com a realização do referendo sobre o aborto, também discordo do referendo sobre o denominado casamento homossexual. O parlamento tem legitimidade suficiente para legislar sobre o facto e não me parece que 90 mil assinaturas (menos de 1% da população) sejam suficientes para que ele abdique de o fazer. Se a recolha de assinaturas tivesse uma expressão avassaladora, os partidos deveriam reflectir sobre o assunto. Neste caso, deve legislar e concentrar forças nos problemas efectivos do país.
Das propostas em jogo, gostaria que a aprovada fosse a do PSD. De facto, um casamento pressupõe um casal, e este é constituído por pessoas de sexo diferente. Mas a questão não é meramente lexical ou sequer de tradição, embora esta tenha a sua importância. Há uma diferença ontológica e uma diferença social. Por fim, há também uma questão ética. Tolerar a diferença é aceitá-la na sua natureza e na enunciação dessa mesma natureza. A insistência na confusão lexical entre o casamento de um homem e uma mulher e o reconhecimento civil da união de pessoas do mesmo sexo tem uma curiosa perversidade. Oculta a diferença daquilo que é efectivamente diferente. No fundo, chamar casamento a esse tipo de união não é mais do que um acto de intolerância perante a diferença.
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03/01/10
Do mistério da Trindade
Em primeiro lugar, eu não digo “que na Europa as igrejas se deverão voltar a encher”. É o Zé Ricardo que mo atribui, mas eu digo outra coisa. Digo que “julgo ser útil e necessária a presença do Cristianismo no tecido social da Europa”, e digo também que “A Europa necessita que as igrejas se voltem a encher e a prática da moral cristã, transmitida pelos evangelhos e pela tradição, ganhe preponderância. Temo que a Europa, enquanto lugar de liberdade e de razão, sem esses valores desapareça.” O verbo dever implica a ideia de um imperativo. Eu apenas refiro que seria útil e necessário para a preservação de uma certa Europa a presença do Cristianismo na sociedade e que as igrejas se voltassem a encher. Não digo que isso vá acontecer ou que tenha necessariamente de acontecer, por um decreto do destino ou da providência. Mas terá de acontecer para aquela Europa ser preservada.
Em segundo lugar, eu não preciso de ser crente católico para advogar essa necessidade. Posso ser ateu ou agnóstico, posso mesmo ser budista zen, e compreender e afirmar a necessidade dos valores cristãos para o funcionamento de uma certa ideia de Europa, ideia essa que foi formada por esses mesmos valores (aliás, os pais fundadores da União Europeia, na altura CEE, eram todos eles cristãos). É um exercício puramente intelectual. Por isso, e contrariamente ao que o Zé Ricardo afirma, eu mesmo não indo à missa em Santiago ou em S. Pedro (aliás, igrejas onde fui muitas vezes à missa até aos meus 14 ou 15 anos), tenho toda a legitimidade intelectual para fazer um juízo sobre o decurso da história, aliás um juízo meramente analítico, para utilizar a linguagem de Kant.
Em terceiro lugar, eu não afirmo que essa Europa da razão e da liberdade se vá salvar. Digo apenas que para se salvar é necessário que o Cristianismo retome a preponderância no tecido social. E deixo subentendido que se isso não acontecer, então essa Europa da razão e da liberdade perecerá. Esta é a tese problemática e não a minha incapacidade para crer no mistério da Trindade. Será possível construir uma civilização fundada na liberdade e na razão se evacuarmos o Cristianismo? Eu acho que não (o que só pode ser discutível). Porquê? Porque a razão é impotente por si só para o fazer. O que a experiência histórica tem mostrado desde o tempo do Iluminismo, nomeadamente desde o sonho kantiano da autonomia da razão, é que a razão se abisma e se mostra impotente quando desligada de uma justificação transcendente (veja-se o século XX, veja-se as experiências totalitárias). Em segundo lugar, porque a liberdade tal como a compreendemos é o fruto do Cristianismo. Isto significa que a ideia de Europa que está em jogo é aquela onde a razão se funda na liberdade, isto é, na essência do Cristianismo. Ao evacuarmos o Cristianismo, evacuamos a liberdade e deixamos a razão à deriva. Assim lançada aí, a razão não tardará a procurar âncora noutro porto. Se este porto não é o da liberdade, então só pode ser o da servidão.
Em quarto lugar, eu não digo que o destino da Europa não seja a servidão. Não sei, não sou profeta, o futuro é para mim um lugar impenetrável. O que vejo no presente não me tranquiliza. Gostaria que os meus filhos e netos, e por aí fora, vivessem num mundo livre, mas esse meu desejo não passa disso mesmo, um desejo. O Zé Ricardo já sabe que a Europa não vai tornar a ser cristã (“Pois, é este o destino da Europa. Os netos, ao contrário dos avós, já não conseguem acreditar que 2+2=5. No mundo islâmico ainda acreditam.”), eu não tenho, como já disse, o dom da profecia. Aparentemente as coisas são assim, mas será que são? Será que o jogo terminou e o resultado está feito? Acreditar na liberdade significa acreditar, apesar das evidências, num mundo em aberto. Sei que a crença na liberdade é tão inverosímil quanto a crença na Trindade, provavelmente são até a mesma crença, e descubro mesmo que os mais insuspeitos defensores da liberdade afinal crêem no destino.
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O direito à blasfémia
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02/01/10
Um retrato da pátria (2)
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19/12/09
Um mastro de cem metros
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Marcadores: Admirável Mundo Novo, Política
18/12/09
Por enquanto...
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Marcadores: Política
17/12/09
Gente descomplexada
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Marcadores: Política
16/12/09
Uma aventura
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