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28/06/09

Mau tempo



Acordei já tarde. À espera tinha, porém, uma manhã tempestuosa. Relâmpagos, trovões e chuva, chuva que parece não acabar mais. Ao contrário de Noé, não fui avisado por ninguém. Querem prova maior de que não somos todos iguais? Talvez também não seja precisa a arca.

13/06/09

Traição metereológica

Na expectativa de mais um dia quente em Torres Novas, decido vir para junto do mar. Resultado: estou fechado em casa. Lá fora, sob um céu fortemente nublado, corre um vento frio e a temperatura deve ter descido bem abaixo dos 20 graus.

10/01/09

Desilusão meteorológica


Tornei-me um adepto incondicional do serviço meteorológico do Sapo. É um sintoma de envelhecimento. Os velhos do tempo em que eu era novo estavam sempre muito preocupados com o estado do tempo. Agora que me tornei num velho de um tempo em que são outros os novos comecei a interessar-me pelas alterações da meteorologia. Não sintonizo a Emissora Nacional, não. A Emissora Nacional mudou de nome e eu sou um velho dos novos tempos. Consulto o estado do tempo para o meu concelho, Torres Novas, aqui, no Sapo. A coisa por norma bate certo e a actualização é contínua.

Mas a meteorologia é uma ciência parente da economia e, como tal, vive de previsões. Quando me fui deitar, a previsão indicava que hoje o dia estaria ensolarado, com algumas nuvens e haveria queda de neve. Esperança. Acordei pelas 7 da manhã e fui ver o dia a despontar. Não nevava, mas a consulta ao Tempo do Sapo, continuou a animar-me. A previsão mantinha-se. Fui dormir mais duas horas. Quando acordei, a previsão tinha-me atraiçoado. Não haverá neve. Revisão em baixa, para falar à maneira dos economistas. Já não se pode confiar em nada.

09/01/09

Só falta mesmo a neve


Têm sido uns dias esplendorosos. Um sol brilhante e um frio de cortar. Contrariamente ao que se pode pensar, a verdadeira luz é fria. A luz que aquece, acaba por derreter, mas a luminosidade fria ilumina e deixa ver. Não por acaso, que, há muito, o Verão, quando ele se ergue como a antecâmara do inferno, se me tornou insuportável. Mas esta luz solar, impotente para domar o frio vindo do pólo, é-me absolutamente indispensável. Mesmo que fique em casa rodeado pelo calor artificial, a imaginação devaneia sempre por longas caminhadas sob um sol frio e temperaturas de enregelar. Agora, porém, o que falta mesmo é a neve. Que ela venha sorrateira iluminar este frio.

10/02/08

Mais uma manhã solar

Mais uma manhã solar, uma manhã cobreta de ligeira névoa, como se um véu descesse dos cumes celestes e, imponderável e translúcido, pairasse sobre a terra. Bom dia.

09/02/08

Veio o sábado

Veio o sábado como se fosse uma primavera antecipada. Sol triunfante num céu branco como uma campânula, árvores a verdejar que suspendem a triste sombra que o betão arvora pela cidade. Bom dia.

08/02/08

Vilas e aldeias

Vilas e aldeias são pontos brilhantes no horizonte, restos que o dia, ao chegar, ainda não apagou. Sob um céu que muda a cada instante, cai uma fina película de gelo que a tudo petrifica. Bom dia.

07/02/08

O céu azul

O céu azul, agora tingido de vermelho e laranja, cobre a cidade. Nela passam, entontecidos pelo ar da manhã, os carros, passam apressados como se aquilo que os espera fosse uma glória infinita. Bom dia.

06/02/08

Brilha o Sol

Brilha o Sol sobre a vida dos homens. Findo o Carnaval, parece ter acabado o tempo triste, mas agora vêm os dias de compunção, como se a esperança nascesse das cinzas de Quarta-Feira. Bom dia.

05/02/08

Triste Carnaval

Triste Carnaval. Um dia cinzento a anunciar a tristeza que habita em cada folião. As ruas estão despidas, nem carros nem pessoas, às vezes ouve-se um cão a uivar no horizonte. Bom dia.

04/02/08

Mesmo agora

Mesmo agora o sol chegou, iluminou ruas e casas, e já as nuvens, negras nuvens de Carnaval, o esconderam, como se ainda não fosse o tempo para o astro-rei governar. Ele desespera e bem tenta romper o bloqueio. Bom dia.

03/02/08

Começou o dia indisposto

Começou o dia indisposto, água e vento, um céu ameaçador, tudo como se os olímpicos estivessem irados com os festejos de Carnaval. Quantas e quantas vezes o Carnaval é um tempo triste? Bom dia.

02/02/08

Abro a janela

Abro a janela e vejo a luz solar a derreter-se num manto de névoa. São cristais de luz microscópicos que caem sobre o mundo e, ao incendiar-se, iluminam-nos e aquecem-nos e fazem promessas que jamais poderão pagar. Bom dia.

01/02/08

Céu lavrado

Ceú lavrado a vermelho, planície onde os imortais cavalgam às primeiras horas, tudo isto está perante o olhar, como se fosse uma página já escrita onde nada houvesse a inventar. Bom dia.

31/01/08

Um sol ardente

Um sol ardente cai sobre o mundo, dissipa sombras, elimina os restos que a noite esqueceu na dobra da madrugada. Iluminados, os homens caminham para o seu destino como se o tivessem. Bom dia.

30/01/08

Uma bola de fogo

Uma bola de fogo no céu. O divino astro rompe a ténue cortina de nuvens e ergue-se, orgulhoso de tanta luz, sobre nós, como se a escuridão que nos envolve pudesse, por instantes, ser suspensa. Bom dia.

29/01/08

Uma leve neblina

Uma leve neblina desce dos céus e cobre as ruas com a sua seda húmida e translúcida. No horizonte, porém, anuncia-se o sol que a tudo dissipará. Bom dia.

28/01/08

Alastra o sol

Alastra o sol pela manhã, alastra como se fosse uma epidemia, uma dor contagiosa que a tudo toca, aos homens, às coisas, às árvores, a quem dá e depois rouba o império da sombra. Bom dia.

27/01/08

Continuam os dias de sol

Continuam os dias de sol, as manhãs brilham como as águas puras de um rio ou o polido espelho em que a luz se revê. Bom dia.

26/01/08

Começou o fim-de-semana

Começou o fim-de-semana ensolarado. Convida a sair para o sol de inverno e caminhar nos campos,como se a primavera estivesse a chegar. Bom dia.